sexta-feira, 25 de julho de 2008

Novidades!

Oi pessoal :)

Como disse, talvez ia abrir um novo blog! E fi-lo: http://omundoepequeno.blogs.sapo.pt/

Visitem, comentem, divulguem, e se quiserem parceria comentem a avisar :)

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Pausa

Oi pessoal!

É para avisar com muita pena minha que o blog vai fazer uma pausa, possivelmente até ao Verão. Estou na fase final da escola, e tenho que dar tudo por tudo, como todos devem saber.

Voltarei possivelmente no início do Verão, e provavelmente com um novo blog, mais generalista, com outros temas a debater... será um blog com temas que acho interessantes e que quero partilhar com vocês.

Até lá, lutem pelos animais!! ;)

domingo, 11 de maio de 2008

Tamar protege 900 mil tartarugas

O Projeto Tamar, que comemora 28 anos, divulgou nesta semana os dados do trabalho de proteção e pesquisa da temporada de reprodução das tartarugas marinhas, que foi de setembro de 2007 a abril. Aproximadamente 900 mil filhotes foram protegidos, totalizando nove milhões de filhotes devolvidos ao mar nas 28 temporadas de reprodução atendidas.

Image Hosted by ImageShack.us

Entretanto, nas ilhas oceânicas a temporada ainda não acabou, seguindo até junho próximo. Em dezembro as tartarugas marinhas da espécie verde, Chelonia mydas, iniciaram suas atividades reprodutivas nas bases do Tamar situadas em Trindade, Atol das Rocas e Fernando de Noronha e estima-se que serão protegidos aproximadamente 5,5 mil ninhos de tartarugas verdes.

As 16 bases de proteção às áreas de desova no continente monitoraram aproximadamente 620 km de praias espalhadas ao longo de cinco Estados brasileiros (Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Sergipe e Rio Grande do Norte), onde se concentra a reprodução de tartarugas marinhas.

O esforço de marcação de tartarugas resultou na observação, até março, de 1.070 fêmeas em processo reprodutivo. Dessas, 732 foram encontradas pela primeira vez na praia e 338 já haviam sido abordadas anteriormente, em outras temporadas.

Foram mantidos cerca de 70% dos ninhos no local original de postura escolhido pela fêmea, estratégia de conservação considerada ideal para as desovas de tartarugas marinhas. O projeto atribui essa conquista à continuidade dos esforços de educação ambiental, envolvimento comunitário, disponibilidade de recursos e aprimoramento do monitoramento das praias.

Somente os ninhos que corriam riscos de predação humana ou animal, ação da maré, ou localizados em áreas urbanizadas foram transferidos para locais cercados de incubação, expostos a condições climáticas naturais, ou para trechos seguros de praia.
Fonte: Terra (Brasil)

Gorila mais velha do mundo em cativeiro faz 55 anos

Jenny, uma gorila-do-ocidente, Gorilla gorilla é o gorila em cativeiro mais velho do mundo. Ela completou 55 anos ontem no zoológico de Dallas, Texas, nos Estados Unidos, e ganhou um bolo de aniversário.

Gorila

O gorila-do-ocidente é a espécie mais comum do gênero Gorila e está em perigo crítico, a denominação mais grave antes da extinção. Os gorilas machos medem entre 1,65 m e 2 m de altura, e pesam entre 180 kg e 250 kg e as fêmeas geralmente medem a metade da altura dos machos. É capaz de levantar até 2 t com os dois membros anteriores.

Gorila
Fonte: Terra (Brasil)

Nasce filhote de langur-dourado em zôo na Índia

Um filhote fêmea de langur-dourado, Trachypithecus geei, nasceu há cinco dias no parque zoológico estadual em Gauhati, na Índia. Ele foi fotografado no colo de sua mãe Chameli.

O langur-dourado é o primata em maior risco de extinção entre as espécies primatas da Índia, encontrado somente em Assam, Estado localizado na porção leste do país.

Langur é a denominação comum dada a representantes do gênero Presbytis, no qual estão incluídas 15 espécies. Podem pesar de 5 kg a 18 kg, têm hábitos diurnos e vivem em árvores de florestas. Algumas espécies de langur estão ameaçadas de extinção.

Fotos:
Langur-Dourado


Fonte: Terra (Brasil)

Exército alimenta animais abandonados no Chile

O Chile sofre, neste momento, de uma catástrofe natural pouco habitual. O vulcão Chaitén, localizado no centro do país, que desde há cerca de 10.000 anos não entrava em erupção, acordou subitamente desse longo sono. O acontecimento fez com que as pessoas num raio de cinquenta quilómetros tivessem de abandonar de emergência os seus lares, tendo muitas delas sido mesmo retiradas à força pelas autoridades.



Devido à pressa com que foram evacuadas, e tendo de atender às prioridades – crianças, idosos e população em geral - para trás ficaram muitos animais. Estima-se que possam ser entre 600 e alguns milhares, dependendo de quem apresenta os números e de que animais considera, já que alguns contaram apenas com cavalos, gatos e cães, outros contaram também com outros animais, como galinhas, patos e perus. Sabendo-se que no local também existem algumas vacas e ovelhas espalhadas que ainda não foi possível contabilizar, é difícil saber exactamente quantos animais são, sabe-se apenas que são muitos e que estão privados de alimento e, principalmente, de água.

No entanto, cientes desta realidade, os militares chilenos da região deitaram mãos ao trabalho e estão a percorrer, quer a própria cidade de Chaitén, quer as pequenas aldeias e casas isoladas da região, alimentando esses animais enquanto não os conseguem remover para locais mais seguros. O destino final será, para os que os têm, serem entregues aos respectivos donos, mas muitos animais abandonados estão também a ser retirados. No entanto, alguns animais que estão mais próximos da zona da cratera nunca chegarão certamente a ser salvos.

É um trabalho deveras importante e que no caso de outras calamidades, como aconteceu aquando do Furacão Katrina, em Nova Orleans, passou muito mais tempo até se começar a pensar nos animais que ficaram isolados. Nesse sentido, no caso Chaitén, para além de algumas ONG´s locais que se mostraram disponíveis para participar nas operações de socorro a esses animais, também a actriz norte-americana Daryl Hannah, se dirigiu ao local para pressionar as autoridades a intensificar os esforços no sentido de retirar do local todos os animais que ainda seja possível salvar.
Fonte: Bicharada (Portugal/Brasil)

Paris declara guerra contra os ratos!

As autoridades parisienses, cansadas de ver a sua cidade invadida por milhões de ratos - os números mais optimistas dizem ser cerca de dois milhões de roedores - declararam guerra a estes animais.

Rato

Mas, como a tarefa parece ser quase impossível de levar a cabo apenas pelas autoridades sanitárias, decidiram envolver os habitantes e as empresas nesta mega-operação.
Desratizar Paris, ou outra cidade com aquela idade, cheia de edifícios antigos, túneis, linhas de metro e outros locais apetecíveis aos ratos, é uma tarefa quase utópica, mas o que se espera é baixar drasticamente o número destes animais a percorrer calmamente as ruas e estabelecimentos comerciais.

Para tal, pediram a todos os parisienses para participar, deixando veneno e armadilhas para os roedores e pediram para terem excepcionais cuidados com o lixo e com as zonas baldias nos limites da cidade. Quem desrespeitar as indicações dadas pelas autoridades e fizer algo que possa comprometer o sucesso da operação pode mesmo vir a ser autuado com coimas, que vão dos 90 aos 750 Euros, nos casos mais graves.

Assim, os habitantes de Paris têm agora também a obrigação de comunicar aos responsáveis pelas operações de desratização sempre que virem ratos em algum lugar.
As autoridades sanitárias estão particularmente preocupadas com a propagação de casos de leptospirose, que pode surgir com a chegada do Verão. Esta doença infecciosa, que todos os anos contamina algumas pessoas em França, é transmitida pelo contacto com a urina do rato e pode ser mortal para os humanos.

No entanto, é sabido que quando se envenenam ratos existe um efeito de dominó, com muitos cães e gatos mortos, por eles próprios inadvertidamente comerem animais que tenham morrido envenenados. Naturalmente, esta é uma questão que não agrada a grande parte dos habitantes da Cidade Luz, que é a uma das cidades europeias onde existem mais animais domésticos por habitante, e onde os animais de companhia têm privilégios, nomeadamente no acesso a estabelecimentos e a meios de transporte.
Fonte: Bicharada (Portugal/Brasil)

Jardim Zoológico de Lisboa com reptilário renovado

Têm sido muitas as remodelações que o Jardim Zoológico de Lisboa tem feito no seu espaço, no sentido de melhor as condições dos animais e de o tornar mais funcional e apelativo para os visitantes, com intervenções muito importantes na área dos primatas, no espaço dedicado aos tigres, entre outros. Desta vez, os visitantes foram brindados com um reptilário renovado.

Zoo de Lisboa

Este renovado espaço conta agora com 1230 m2 e 48 espécies de répteis e anfíbios, entre os quais alguns novos animais, e um lago onde é possível observar os aligators dentro do próprio edifício, o que antes não acontecia, já que aquele espaço estava dedicado ao Dragões de Komodo.

Aproveitando esta remodelação, e preocupados com o desaparecimento acelerado de diversas espécies de anfíbios, os responsáveis do Zoo de Lisboa lançaram uma campanha de sensibilização dos visitantes, intitulada «E se todos os anfíbios desaparecessem do Planeta?», com o objectivo de alertar todos os que por ali passam para este grave problema, que está surgir em vários pontos do planeta, da Austrália às florestas tropicais.

Para ajudar nesta remodelação e também na campanha, o Zoo de Lisboa contou com a importante colaboração do Banco Espírito Santo (BES), que assumiu uma fatia importante das despesas, permitindo assim a todos os animais e seus visitantes uma melhor e mais agradável estadia neste espaço.
Fonte: Bicharada (Portugal/Brasil)

Elefantes comprometem colheitas de 2009 nos Dembos

O efeito benéfico conseguido com o fim da guerra em Angola, que se tem traduzido no reaparecimento de animais selvagens um pouco por todo o país, está a criar alguns conflitos com os pequenos agricultores. Estes vêem as suas colheitas serem trucidadas por grandes manadas de elefantes que, naturalmente, tudo destroem à sua passagem.

Elefantes

Neste momento, é nos Dembos que a situação é mais crítica, já que os elefantes têm utilizado esta zona como corredor nas suas deambulações entre o Uíje e o Kwanza-Norte, destruindo muitas das plantações de mandioca e banana.
As autoridades competentes estão naturalmente preocupadas com a situação, já que o tipo de agricultura desenvolvido nesta região é apenas de subsistência e, em alguns casos, com a destruição das colheitas as populações ficam sem qualquer tipo de alimento disponível. Esta situação tem tendência a piorar nos próximos anos, já que as populações de elefantes continuam a aumentar de forma acelerada.

Para tentar minorar os estragos e salvar o que ainda não foi destruído, as autoridades estão a pedir aos agricultores que usem sinetas e borracha queimada em redor das suas culturas esperando que, assim, os elefantes se afastem e procurem outros caminhos. Esta solução para assustar os animais é provisória, já que os elefantes em pouco tempo deixam de temer os barulhos e recomeçam a aproximar-se, voltando a fazer estragos e a invadir as hortas. Contudo, sem outras soluções de recurso, esta é a única esperança para as populações.
Fonte: Bicharada (Portugal/Brasil)

Vivem numa ilha do Zoo de Lagos, chegados há pouco mais de um mês do parque de Apeldoorn, da Holanda. São sete macacos-esquilo bolivianos (Saimiri boliviensis) - cinco fêmeas e dois machos. A esperança é conseguir a sua reprodução em cativeiro, sempre muito difícil, numa altura em que os parques da Europa se debatem com falta de fêmeas.

Macaco-Esquilo

"Duas crias por ano, uma de cada animal, seria o ideal e sinal de que estariam a reagir bem", diz ao DN o proprietário do Zoo de Lagos, Paulo Figueiras, de 44 anos, um autodidacta, que tem conseguido para o seu parque grande sucesso na reprodução em cativeiro de espécies raras de primatas.

Quando nascerem , as crias poderão ser canalizadas para outros parques, devendo os progenitores continuar em Portugal. Mas tudo depende do coordenador daquela espécie de primatas, que acompanha a evolução dos animais, no âmbito do programa europeu de reprodução em cativeiro para espécies em perigo de extinção (EEP), a partir de um zoo localizado em França.

Com instalações próprias, de 25 m2 e três de altura, construídas de raiz no parque situado perto da aldeia rural algarvia de Barão de S. João, os no- vos macacos do grupo começam a adaptar-se ao ambiente da ilha, na qual existem troncos, cordas e um lago com patos. Isto depois de terem concluído, há uma semana, o período de quarentena.

"Convivem bem com os patos por estes serem grandes, ao contrário do que se verifica em relação a pássaros pequenos e insectos, pois sempre que podem caçam-nos e comem-nos. Só não podem é ouvir gritos de araras, nem pavões. Quando isso acontece, fogem de imediato para as instalações. Não estão habituados a esse tipo de sons, já que no parque de onde vieram existem apenas primatas", conta Paulo Figueira.

Para atrair insectos, de forma a abrir o apetite dos sete macacos-esquilo da Bolívia, até vão ser criadas mais plantas com flores junto à sua habitação. Depois, será só caçá-los.

São 11.00 horas, a temperatura está amena e os visitantes começam a chegar ao parque. Na ilha, onde vivem os novos primatas, encontra-se apenas o tratador em operações de limpeza. Para trás ficou o pequeno-almoço, servido às 8.30 horas no interior das instalações, que incluiu vegetais e uma ração específica para àquela espécie com um concentrado de cenoura, pêra, maçã, banana e girassol, além de ovos e outros produtos de origem animal. São dietas equilibradas. Mais tarde, entretêm-se a caçar gafanhotos e grilos para reforçar a alimentação. Das ementas ao longo do dia, cuidadosamente preparadas, fazem ainda parte laranja, manga e papaia, entre outros frutos. E, duas vezes por semana, têm também direito a um bolo especial confeccionado com cereais, arroz e vitaminas.

"Os animais começaram por estranhar a mudança. Quando chegaram às novas instalações, permaneceram no interior durante dois dias e duas noites, espreitando pela janela para ver o que se passava cá fora", lembra Paulo Figueiras. "Na altura em que abrimos a porta, não saíram os sete ao mesmo tempo. O macho dominante foi o primeiro a fazê-lo. No segundo dia, já os restantes faziam o mesmo. Mas com o ambiente que criámos, a mudança está a ser positiva. Pode ser que, dentro de pouco tempo, haja já boas novidades", conclui.
Fonte: Diário de Notícias (Portugal)

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Desafio



Divulguem esta mensagem pelos vossos blogs! Vou por aqui alguns que se poderem para divulgarem:
http://loltuga.blogspot.com/
http://mcaserie.blogs.sapo.pt/
http://hitany-fx.blogs.sapo.pt/
http://sayrakidos.fotosblogue.com/
http://4amigos4ever.blogs.sapo.pt/
http://_anjorebelde_.blogs.sapo.pt/
http://conversinhasdatreta.blogspot.com/
http://4evermorangoscomacucar.blogs.sapo.pt/

Obrigado a quem divulgar no seu blog!
O mundo poderá atravessar uma crise de fome, não faças com que aqueles que não têm o almoço e jantar todos os dias sofram mais! Pensa neles e em ti.

Maior reserva de orangotangos pode desaparecer

A maior reserva de orangotangos do mundo, em Kalimantan (ilha de Bornéu, Indonésia), desaparecerá em três anos devido ao aumento das plantações de óleo de palma, denunciou esta quinta-feira a organização não-governamental «Orangutan Protection», noticia a agência Lusa.

Orangotango

A organização não-governamental (ONG) indicou que a exploração das florestas tropicais naquela região reduziu a população de símios para cerca de 20 mil, quando em 2004 ainda eram 31.300.

Há dez mil anos atrás, os orangotangos, os segundos maiores primatas, existiam em todo o Sudeste Asiático até ao Sul da China, sendo que actualmente as florestas tropicais nas ilhas de Samatra e Bornéu (Indonésia) constituem um dos seus últimos habitats naturais no planeta.

Hardi Baktiantoro, responsável da «Orangutan Protection», sublinhou que, desde 2004, cerca de 5 mil orangotangos morrem todos os anos na região, assegurando que esta espécie extinguir-se-á em 2011 se o Governo indonésio não a proteger do corte ilegal das florestas, plantações de palma e caça furtiva.

O responsável denunciou que as autoridades indonésias, em vez de protegerem a fauna da região, planeiam criar uma plantação de palma - usado na produção de biodiesel - de 4.450 quilómetros quadrados no meio da floresta tropical.

Papel da Indónésia

A desflorestação (legal e ilegal) para a criação de plantações de palma representa actualmente a principal ameaça para estes primatas, uma vez que centenas de hectares de floresta tropical são queimados anualmente, denunciam várias organizações internacionais.

O presidente da Indonésia, Susilo Bambang Yudhoyono, anunciou em Dezembro passado uma iniciativa para salvar os orangotangos durante a conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas, em Bali, mas não obteve o apoio político necessário.

No ano passado, a Indonésia entrou no livro de recordes do Guiness como o país que mais depressa faz desaparecer as suas florestas tropicais, uma vez que, nos últimos anos, foram destruídos 1,9 milhões de hectares por ano.
Fonte: IOL (Portugal)

Brinquedo solta tinta e deixa urso polar azul nos Estados Unidos

Urso Polar

Kalluk, esse urso polar de 7 anos, ficou todo azul depois de brincar por horas a fio com uma boneca de pano que ganhou dos tratadores do Zoológico de San Diego, nos Estados Unidos. A sorte é que a tinta não é tóxica. A imagem é de quinta-feira.
Fonte: G1 (Brasil)

Cachorro adopta filhotes de leão

Em visita à Africa, a jornalista Juliana Bussab flagrou um labrador que adotou uma leoa, rejeitada pela mãe por nascer com um problema nas patas traseiras. E não foi a primeira...

Labrador e Leoa


Na província de Limpopo, na África do Sul, em uma das muitas reservas usadas para safáris fotográficos, encontrei uma história de amor que é, no mínimo, curiosa.

Prince, um "labralata", de mais ou menos 6 anos, não é como os outros cães de estimação comuns. Quando ele vem correndo pelas trilhas em sua direção, você logo toma um susto: ao lado dele vem uma leoa, Chuby, dois anos de idade e três vezes maior do que Prince. E os dois saem rolando no chão e brincam de pega-pega como velhos amigos.

Labrador e Leoa

Chuby, a leoa, nasceu com um problema congênito nas patas traseiras e por isso foi rejeitada pela mãe. A reserva, que tem um programa de proteção e preservação da espécie, criou a felina em cativeiro. E Prince é a única mãe que ela conhece.

Mas ela não é a única. Ao longo dos anos, Prince adotou diversos leõezinhos, e cuidou de cada um, como cuida sempre, como se fosse seu.

Manso, esperto e amigável, Prince é um cão sem igual. Ainda filhote, os donos da reserva notaram que ele tinha uma afinidade especial com os leões. Desde o primeiro filhote rejeitado pela mãe (e foram muitos), Prince vai junto bancar a babá. E, desde então, vem criando filhotes e mais filhotes felinos.

Labrador e Leoa

É ele quem ensina o leãozinho ainda bebê a desenvolver atenção e reconhecer os perigos. Prince também ensina a socialização com os humanos e, por isso, esses órfãos se tornam confiáveis o suficiente para caminhadas com os turistas. Se é amigo do Prince, é amigo deles também.

A idéia é que proporcionando essa interação entre humanos e leões, as pessoas se concientizem da importância do trabalho de proteger a espécie que, acreditem ou não, ainda sofrem com a caça na África do Sul por estrangeiros ricos, que viajam especialmente para isso. Basta pagar uma pequena fortuna por um documento que autoriza a caça dos animais. Eu tive a infelicidade de ver alguns deles e o arsenal de armas que carregavam.

Labrador e Leoa

Quando completam por volta de 2 anos, as leoas já tem uma força incontrolável. E quando o instinto do felino que estava adormecido, começa a aparecer, é o cão que as acompanha nas novas empreitadas, apesar de não fazer a menor idéia do que é caçar. Não é a toa que Chuby atacou um javali, e como não sabe matar, começou morder a perna do bicho ainda vivo, achando que era mais um pedaço de carne. Enquanto Prince olhava com desaprovação, o javali correu, mancando, provavelmente pensando: mas que diabos de leoa é essa?

É por causa dessa força e por não obedecer mais aos comandos do cão ou dos tratadores que as caminhadas são suspensas e um outro leãozinho entra em cena. Aquilla um bebê de 2 meses é o mais novo amigo de Prince. Enquanto Prince corre entre os turistas, o filhote desbrava a mata, sobe em troncos e aguça seus instintos. Mas quando se vê sozinho, chora pedindo ajuda e lá vai Prince rápido como uma mãe que vê seu filhote em perigo. Uma bela lambida depois e Aquilla segue o cão, que indica o caminho seguro a seguir.

Labrador e Leoa

Com Chuby, as caminhadas são mais emocionantes. Prince corre na frente, a leoa corre atrás, o alcança, o derruba e os dois começam a brincar. Mordidas, tapas, movimentos traiçoeiros e muita agitação. Quando a brincadeira sai do controle e um dos dois reclama de dor, um dos nativos que acompanha a caminhada tenta separá-los com uma vareta, e balbucia em africânes sua sabedoria: "Errado! Errado! Espécies diferentes". Mas parece que nenhum dos dois está ligando muito para isso. No final do dia, Prince pega seus "gatinhos" e dormem aninhados
Fonte: UOL (Brasil)

De helicóptero, raia de 450 kg retorna ao oceano

Uma raia de mais de 450 kg, que fez parte de um estudo da espécie e virou atração turística em um resort nas Bahamas, foi devolvida ao Oceano Atlântico, informa agência AP. Após três anos em cativeiro, o animal voltou ao habitat natural transportado em um helicóptero.

Raia

Uma rede hidraulicamente montada para carregar a raia preta, batizada de Zeus, garantiu a entrada segura do animal na água. Ele tem 4 m de diâmetro e uma boca de cerca de 1 m de largura.

Objeto de pesquisa de biólogos, Zeus recebeu um chip de restreamento via satélite que irá monitorar seus movimentos em mar aberto.

A direção do Atlantis Resort, na ilha Paradise, informou que o deslocamento do animal, desde o aquário em cativeiro, com capacidade para 10,2 milhões de litros d'água, até o oceano durou cerca de duas horas.

A antiga casa de Zeus é um dos maiores hotéis e casino das Bahamas, com mais de 7,8 mil funcionários.
Fonte: Terra (Brasil)

Filhote de tigre dá seus primeiros passos em zoo

O público de um zoológico na Holanda pode ver os primeiros passos de um dos mais novos habitantes do parque: o filhote de tigre Yegor Zov, nascido no final de Março.

Tigre

Yegor Zov vive com a mãe, Kira, e outros exemplares de tigre no zôo de Amersfoort. Quando nascem, os tigres não pesam mais que 1 kg e medem cerca de 30 cm. Os filhotes começam a se separar da mãe por volta dos três anos de idade. Adulto, um macho pode passar dos 300 kg.
Fonte: Terra (Brasil)

Maior aquário do mundo prepara-se para receber golfinhos

Aparentemente, 30 milhões de litros de água e 80 mil animais não eram suficientes para o Georgia Aquarium, que já se define como o maior do mundo. A instituição não tinha golfinhos. Nesta semana, funcionários do aquário anunciaram planos para uma expansão avaliada em US$ 110 milhões, que aumentaria o aquário em seis milhões de litros, um espaço que seria usado principalmente para exibir golfinhos, shows de golfinho e algo que a instituição define como "encontros com golfinhos".

Georgia Aquarium
Georgia Aquarium

Mas a expansão da popular atração turística, que está aberta há apenas 18 meses, permitirá também que Atlanta cimente seu direito ao rótulo "maior aquário do mundo", uma forma de exibicionismo que tem considerável valor de marketing e que o aquário da cidade conquistou ao ser inaugurado em novembro de 2005, superando em tamanho o John G. Shedd Aquarium, de Chicago.

"Estamos tentando criar a próxima grande sensação", afirmou Barnard Marcus, fundador da cadeia de varejo Home Depot e o filantropo cuja visão e vastos recursos financeiros criaram o aquário, em comunicado. A nova ala deve ser inaugurada no começo de 2010.

O Shedd, em Chicago, agora se define como "o aquário do mundo", descrição que se refere à diversidade de seu acervo, disse Roger Germann Jr., porta-voz da instituição, que tem 19 milhões de litros de água para abrigar suas espécies.

E Germann também fez questão de acrescentar que personalidade vale mais do que tamanho. Não é verdade, disse Dave Santucci, porta-voz do Georgia Aquarium. "Nós descobrimos, em nossas conversas com as autoridades municipais de planejamento, que para elas é importante poder dizer aos turistas que a cidade conta com o maior aquário do mundo", afirma Santucci. "Pessoas já visitaram Atlanta especificamente porque tínhamos o maior aquário do mundo".

A nova ala pode também eclipsar o tamanho de um aquário que está em construção no imenso Dubai Mall, e se define como "o maior pavilhão fechado de mamíferos aquáticos do mundo". A inauguração do novo aquário está marcada para 2009 nos Emirados Árabes Unidos.

Santucci indicou que a alegação pode ser uma história de pescador. "Acho que eles construindo a maior vitrine de aquário do mundo", ele desdenhou.

Em entrevista coletiva na última terça-feira, Marcus se incomodou com a sugestão de que a expansão pode ter sido calculada de maneira a roubar o impacto de novos aquários dispostos a disputar no quesito tamanho. "Não se trata disso, de maneira alguma", ele afirmou, revelando a exasperação na voz. "Estamos tentando ser o melhor aquário do mundo".
Fonte: Terra (Brasil)

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Funny Moment!


Fonte: LOL Tuga

Isto sim, são gatos de verdade! xD Coitadinhos... LOL

Have a Funny Moment!

Aquecimento global ameaça fauna dos trópicos

A biodiversidade do planeta concentra-se nas regiões tropicais

Insecto

Em breve, as imagens de ursos polares ou pinguins isolados num pequeno pedaço de gelo à deriva no Pólo Norte podem ser substituídas, na ilustração dos efeitos do aquecimento global na fauna do planeta, por imagens de insectos moribundos nas sombras da vegetação tropical. Pelo menos, se se confirmar o alerta lançado esta semana por uma equipa de cientistas da Universidade de Washington, segundo o qual os insectos, anfíbios e outras espécies que vivem nos trópicos enfrentam um risco maior perante o aumento das temperaturas médias do planeta.

A explicação é simples: "Há uma forte relação entre a fisiologia das espécies e o clima onde habitam", esclareceu Joshua Tewksbury, professor assistente de Biologia, da referida universidade norte-americana, citado pelo site Science Daily. "Nos trópicos, muitas espécies parecem estar a viver numa temperatura que lhes permite sobreviver. Mas assim que a temperatura subir acima dessa fasquia ideal, os níveis de adequação deverão descer rapidamente e não haverá muito a fazer", acrescentou.

Na prática, o problema reside no facto de os insectos, rãs, lagartos ou tartarugas não tolerarem uma grande amplitude de temperaturas, porque os parâmetros que enfrentam são relativamente constantes ao longo do ano. Ao contrário das espécies polares - que desenvolvem formas de autodefesa às agressões climáticas como, no caso dos ursos, uma camada mais grossa de pêlo -, a única alternativa nos trópicos para fugir às elevadas temperaturas é procurar protecção nas sombras ou esconder-se nos solos. A mera subida média de um ou dois graus pode pôr em risco inúmeras espécies tropicais.

O estudo da Universidade de Washington, publicado pela Proceeding of National Academy os Science, teve em conta a evolução das temperaturas entre 1950 e 2000 e as projecções do Painel Intergovernamental sobre Alterações Climáticas para os primeiros anos do século XXI. Depois, compararam essa informação com os dados sobre a relação das espécies tropicais com a temperatura ambiente, nomeadamente como essa relação influencia o crescimento das populações ou os seus desempenhos físicos.

O estudo ganha maior relevância porque incide numa região que concentra a biodiversidade do planeta. Segundo um dos autores do estudo, Curtis Deutsch, "os insectos desenvolvem funções essenciais para os humanos e ecossistemas, como a polinização das colheitas ou a transformação da matéria orgânica em nutrientes para outros organismos". Por outro lado, se as alterações climáticas limitam a vida dos insectos nos trópicos, também contribuirão para aumentar a sua reprodução nas latitudes mais elevadas, o que acabará por ter efeito nesses ecossistemas.
Fonte: Diário de Notícias (Portugal)

Aquecimento global ameaça matar coalas de fome

Alto nível de dióxido de carbono retira nutrientes das folhas de eucalipto. Pesquisador acredita que espécie vai se reproduzir menos com menos comida.

Koala

Os coalas do mundo podem morrer de fome com o aquecimento global. Isso porque o alto nível de dióxido de carbono na atmosfera retira nutrientes das folhas de eucaliptos que são o alimento dessa espécie. O alerta foi feito pelo biólogo Ian Hume, da Universidade de Sydney, na Austrália, nesta semana.

O valor nutricional das folhas de eucalipto já é bastante baixo e a preservação dos coalas já está muito ameaçada. Sob condições excelentes, os coalas têm um filhote por ano. Se tiverem menos nutrientes disponíveis, Hume acredita que eles devem passar a ter um filhote a apenas cada três ou quatro anos.
Fonte: G1 (Brasil)

Estado de Conservação dos Animais:

Estado de Conservação dos Animais
Clica na imagem para mais informações

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