segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Animais nomeados para o próximo Endangered Specie da Semana!

Os animais que escolhi para a próxima rúbrica foram:

  • Leopardo-das-Neves
  • Morsa
  • Peixe-Boi
  • Coruja-das-Torres
  • Panda-Vermelho
  • Rinoceronte-Indiano
Leopardo-das-Neves - Estado: Em Perigo
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Morsa - Estado: Pouco Preocupante
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Peixe-Boi - Estado: Vulnerável
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Coruja-das-Torres - Estado: Pouco Preocupante
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Panda-Vermelho - Estado: Em Perigo
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Rinoceronte-Indiano - Estado: Em Perigo
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VOTEM NA BARRA LATERAL!

domingo, 24 de fevereiro de 2008

Endangered Specie da Semana: Lebre-Ártica

A Endangered Specie desta Semana é a Lebre-Ártica

Dados Gerais
Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Mammalia
Ordem: Lagomorpha
Família: Leporidae
Género: Lepus
Espécie: Lepus arcticus
Estado de Conservação:
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A Lebre-Ártica (Lepus arcticus) ou em inglês, Artic Hare, é uma espécie de lebre que habita nas regiões árticas.

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Subespécies

Esta espécie de lebre, tem quatro subespécies já descobertas:
Lepus arcticus arcticus
Lepus arcticus bangsii
Lepus arcticus groenlandicus
Lepus arcticus monstrabilis


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Distribuição Geográfica

A Lebre-Ártica vive em todo o Canadá e também pode ser encontrada no Ártico e na Gronelândia. No Verão a lebre gosta de locais onde a vegetação cresca rapidamente. No Inverno ela prefere locais de pouca profundidade para não ter que cavar muito à busca de alimento.

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Tamanho e Peso

A Lebre das neves, se assim a podemos chamar, pode medir cerca de 60 cm, e exceder os 5kg de peso.

Aparência e Pelagem

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No Inverno à esquerda, e no Verão à direita

No inverno, quando a área em que vive fica coberta pela neve, a pelagem da lebre-ártica torna-se completamente branca. Já no verão, a sua pelagem muda de cor, tornando-se cinzenta. A côr do pêlo ajuda o animal a se camuflar.

As suas garras nas patas da frente são longas, elas utilizam as suas fortes garras para escavar entre a neve, para conseguir alimento.

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Alimentação

A lebre nutre-se de folhas de plantas lenhosas, de bagas e de rebentos. Outras das coisas que se alimenta é musgos, líquenes, flores, frutos, folhas, algas, cascas, galhos, raízes, etc.


Reprodução

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Este tipo de lebre, gera de 2 a 5 filhotes por ano. O tempo de gestação é aproximadamente 50 dias, sendo as crias nascidas em finais de Maio, Junho e/ou Julho, tudo depende do local de onde vivem.

A progenitora não deixa os seus coelhinhos nos primeiros 3 dias, e durante esses 3 primeiros dias eles são escondidos num ninho atrás de pedras e rochas. Os jovens ganham 45 a 50 gramas por dia no seu primeiro mês de vida, e já não necessitam de leite materno após meio ano de idade. Pela altura do mês de Setembro eles já são adultos.

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Enimigos e Predadores

Alguns dos seus predadores são aves de rapina, lobos, raposas e ursos polares, mas é mais adorada por raposas e lobos.

Peles de animais [Comentem dando a vossa opinião]

Através de uma visita ao http://sayrakidos.fotosblogue.com/ fiquei a conhecer uns videos sobre peles de animais relativamente chocantes.. mesmo!

Ora vejam alguns:







Estes videos no mínimo são chocantes! Por favor, não usem coisas feitas com peles de animais!

E não são só casacos.. esta Sexta-Feira comprei um saquinho de artigos de mastigar para cães, mais concretamente eram 25 bastonetes rígidos de cor, para os meus dois dálmatas, e estava lá que aquilo era feito 100% de pele de búfalo!! Pele de búfalo? Mas como??

Caso queiram ver o produto com os vossos próprios olhos, o artigo é da marca Continente e pode ser encontrado na secção de animais dos hipermercados Modelo/Continente. Os bastonetes são coloridos e estão num saquinho transparente, a etiqueta é amarela, e diz "Artigos de Mastigar para Cães", na parte de trás da etiqueta diz: "Composição: pele de búfalo 100%". Não comprem isso por favor.. os nosso cães podem gostar muito, mas eles não têm a consciência do mal.

E fora do assunto das peles, ainda hoje vi um programa no Discovery Channel, "O Segredo das Coisas", e fiquei a saber que eles usam osso de baleia para fazer aquelas coisas de pôr nos cavalos, para nos sentar-mos em cima deles, que de momento não me lembro do nome.. Enfim.

Pensem bem antes de comprar um produto deste género.
Não ao tráfico de peles de animais!

Desafio

O blog http://4amigos4ever.blogs.sapo.pt/ passou-nos um desafio de responder a um questionário de 20 perguntas. Então aqui vai:

1.VIDA: São 2 dias, por isso faz directa..
2.AMOR: Um dos melhores sentimentos à face da terra!
3.CASAMENTO: Hmm...
4.FAMÍLIA: São os nossos melhores amigos!
5.DINHEIRO: Que significa isso?
6.HOMEM: Eu
7.MULHER: Um mundo
8.DESEJO: Hmmmm...
9.SUCESSO: É construido ao longo da vida
10.PROFISSÃO: Ensinar espertezas burras (ministros e ministras, e essas coisas e coises)
11.SAÚDE: O que poderá não haver em Portugal daqui a uns anos
12.INTERNET: Um vício
13.PRESENTE: ou prenda..
14.PASSADO: Pôr uma pedra bem pesada!
15.FUTURO: Vamos descobrindo ao longo dos tempos
16.POLITICA: Nem politica nem meia politica :
17.BRASIL: Prefiro a Ilha da Madeira (sou suspeito para dizer isto), mas até tenho uma boa imagem sobre o Brasil
18.SEXO: Hmmmmmm... Hum?
19.ARTE: Não é o meu forte, arte mesmo só em blogs, se é que se pode chamar arte ..
20.OPINIÃO SOBRE O DESAFIO EM QUESTÃO: Não há mais?

Deves passar o desafio a pelo menos 6 pessoas, tento em atenção que no máximo só podem ser 12
Aqui ficam eles:
Agora, dos blogs que estão ali em cima, quem quiser responder ao questionário no seu blog está à vontade e quem não quiser também está à vontade ;)

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Descoberta espécie rara de macaco na Amazônia

"Trata-se de um animal raro, que tem uma distribuição geográfica muito restrita"

Foi encontrada uma nova espécie de macaco na Amazônia, na região do Pico da Neblina, próximo à fronteira com a Venezuela, informa a edição desta sexta-feira do jornal O Globo. O anúncio da descoberta foi feito pelo biólogo brasileiro Jean-Phillipe Boubli, atualmente na Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, na revista "International Journal of Primatology". O primata, do grupo dos uacaris, ganhou o nome de Cacajao ayresii, em homenagem ao biólogo José Márcio Ayres, que foi o responsável direto pela criação da primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável na Amazônia e morreu em 2003. Por habitar uma área pequena e ser alvo de caça predatória, o Cacajao ayresii já pode ser considerado ameaçado de extinção.

Trata-se de um animal raro, que tem uma distribuição geográfica muito restrita - explica o primatólogo americano Anthony Rylands, diretor do Programa de Espécies Ameaçadas do Centro para Ciência Aplicada à Biodiversidade (CABS), da Conservação Internacional. - Como é muito caçado, ele já está ameaçado de extinção.

Foi encontrada uma nova espécie de macaco na Amazônia, na região do Pico da Neblina, próximo à fronteira com a Venezuela, informa a edição desta sexta-feira do jornal O Globo. O anúncio da descoberta foi feito pelo biólogo brasileiro Jean-Phillipe Boubli, atualmente na Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, na revista "International Journal of Primatology". O primata, do grupo dos uacaris, ganhou o nome de Cacajao ayresii, em homenagem ao biólogo José Márcio Ayres, que foi o responsável direto pela criação da primeira Reserva de Desenvolvimento Sustentável na Amazônia e morreu em 2003. Por habitar uma área pequena e ser alvo de caça predatória, o Cacajao ayresii já pode ser considerado ameaçado de extinção.

Trata-se de um animal raro, que tem uma distribuição geográfica muito restrita - explica o primatólogo americano Anthony Rylands, diretor do Programa de Espécies Ameaçadas do Centro para Ciência Aplicada à Biodiversidade (CABS), da Conservação Internacional. - Como é muito caçado, ele já está ameaçado de extinção.
Fonte: O Globo Online (Brasil)

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Lobo-Guará é resgatado no Sudoeste do Brasil

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Lobo-guará encontrado na Bahia deve ter vindo de Minas, acreditam biólogos do Cetas

Um lobo guará, animal típico do cerrado e que está em extinção, foi resgatado em Pedra Preta, distrito de Cândido Sales, a 595 km de Salvador, no sudoeste do Estado, nesta quarta-feira, 20 por agentes do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Renováveis (Ibama), numa operação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

O animal, cujo nome científico é Chrysocyon brachyurus, foi preso por populares e deixado amarrado no cômodo de uma casa em Lagoa Preta. De acordo com o chefe do Núcleo de Fauna do Ibama, Otacílio de Almeida, é a segunda apreensão de lobo guará feita no Estado. O primeiro foi há quatro meses (uns filhotes de quatro meses que veio a óbito), em Barreiras, oeste do estado.

Oliveira informou que o animal é raríssimo na Bahia. Ele diz acreditar que o lobo guará tenha vindo de Minas Gerais. “Do local de onde fizemos o resgate são cerca de 30 km para Minas. Ele pode ter vindo de lá. Em 35 anos de profissão, nunca vi um desse aqui”, disse. Ele acrescentou que serão feitos exames de sangue no animal para analisar o seu estado de saúde.

CUIDADOS – O lobo guará foi levado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Vitória da Conquista, a 509 km de Salvador, no sudoeste. Segundo disse a bióloga Lidiane Andrade Souza, o animal, que pesa entre 35 kg e 40 kg, está bastante debilitado e precisando de cuidados.

A bióloga informou que, ao chegar ao Cetas, o lobo guará tomou medicamentos para dor. “Ele está com a perna esquerda machucada”, disse. Segundo ela, o animal ficará um tempo no Cetas até que esteja em condições de ser solto. A soltura será feita pelo Ibama e o local não pode ser revelado.
Fonte: A Tarde Online (Brasil)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Animais nomeados para o próximo Endangered Specie da Semana!

Os animais nomeados para a próxima rúbrica "Endangered Specie da Semana" é:

  • Lebre-Ártica
  • Dragão-de-Komodo
  • Cisne-Negro
  • Feneco
  • Tartaruga-de-Couro
  • Okapi

Lebre-Ártica - Estado: Pouco Preocupante
Dragão-de-Komodo - Estado: Vulnerável

Cisne-Negro - Estado: Pouco Preocupante

Feneco - Estado: Dados Insuficientes


Tartaruga-de-Couro - Estado: Em Perigo Crítico

Okapi - Estado: Quase Ameaçada

Vota na barra lateral!!

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Endangered Specie da Semana: Onça Parda

A Endangered Specie desta Semana é a Onça Parda

Dados Gerais

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Ordem: Carnívora
Família: Felidae
Género: Puma
Espécie: Puma concolor
Estado de Conservação: Quase Ameaçada

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A Onça Parda tem vários sinónimos, como Puma, Jaguaruna, Suçuarana, Leão Americano, Leão da Montanha, Pantera da Flórida ou até de Amiga do Cristão, por não atacar o homem, até muito pelo contrário, foge de nós!


Subespécies

Suçuarana Argentina (Puma concolor cabrerae)
Suçuarana Costa-riquenha (Puma concolor costaricensis)
Suçuarana Sul-Americana Oriental (Puma concolor anthonyi)
Suçuarana Norte-Americana (Puma concolor couguar)
Suçuarana Norte-Americana do Sul (Puma concolor concolor)
Suçuarana Sul-Americana do Sul (Puma concolor puma)
Suçuarana de Wisconsin - † Extinta
Pantera da Flórida (Puma concolor coryi)

Pantera da Flórida

Distribuição Geográfica

A Onça Parda habita as regiões Neárticas e Neotropicais, adaptando-se aos mais diversos tipos de biomas. Porém, prefere áreas florestadas, mas é capaz de viver em ambientes desérticos. Evita áreas urbanas e rurais. Habita em practicamente toda a América do Sul, sendo um pouco abundante nas Montanhas Rochosas e nos Andes, e habita em algumas zonas da América do Norte!

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A verde escuro a distribuição da Onça Parda


Aparência e Caracterização

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Tem a cabeça arredondada e pequena, o corpo esbelto, pescoço grosso, olhos grandes e vasta bigodeira. Nas patas da frente, cinco dedos; nas de trás, só quatro. As suas garras são muito longas.

A sua pelagem varia do castanho-avermelhado para o cinza-azulado, sendo esbranquiçada no focinho, garganta, peito, ventre e na parte interior das patas. O seu pêlo tanto pode ser comprido como curto, mas tudo depende do seu habitat. Como todas as outras espécies animais as espécies melânicas são comuns, enquanto que os albinos são raros.

O seu tamanho pode chegar até 1,95 m. Os machos adultos pesam de 53 a 72 Kg, enquanto as fêmeas variam de 34 a 48 Kg. Mas apesar do seu grande porte, as Onças Pardas são mais aparentadas com os gatos do que com a Onça Pintada fisicamente, e além disso a sua voz é um miado. As espécies de clima frio tendem a ser maiores que os de clima quente!

O seu período de vida em cativeiro é de aproximadamente 20 anos.

Entre os felinos é um dos melhores saltadores, podendo saltar de alturas até 15 metros, e podendo também dar saltos em extensão de até 6 metros, tudo isto facilitando a sua caça.


Reprodução

O tempo de gestação não excede os 100 dias, e o número de filhotes por gestação é de um a quatro. Os filhotes apresentam pelagem pintada, que custuma desaparecer aos seis meses. A expectatica de vida é calculada em 12 anos. A reprodução da Onça Parda não é sazonal.

O tempo de gestação é de aproximadamente 95 dias, ao fim do qual nascem de dois a quatro filhotes. Os filhotes apresentam pelagem pintada, que desaparece em torno dos seis meses. A maturidade sexual se dá entre dois e três anos. A expectativa de vida é calculada em 12 anos.

um a quatro filhotes por gestação. Os filhotes permanecem com a mãe atéos 20 meses. A reprodução da onça parda não é sazonal.

Dieta e Alimentação

A sua alimentação é muito variada, pois habita vários territórios. Alimenta-se principalmente de pequenos roedores e lebres, mas pode caçar presas de grande porte, tais como capivaras, veados, alces, cervos, catetos, aves e répteis. Porém as Onças Pardas que habitam num clima temperado preferem caças maiores, enquanto que as Onças Pardas de clima quente preferem presas de porte médio.

Uma vez que o animal é morto, a Onça Parda cobre a carcaça e volta para se alimentar dela de tempos em tempos, porém ela não come animais que não tenha matado.

A Onça Parda, também conhecida como Suçuarana, pode eventualmente abater um boi ou uma vaca adulta, logo muitos criadores de gado têm problemas no Pantanal e alguns acabam a caçar o animal para defender o seu gado.


Status de Conservação


O seu status de conservação é preocupante, sendo quase uma espécie Ameaçada, podendo dentro de alguns anos ser uma espécie Vulnerável. Se status actual é Quase Ameaçada.

Devido à destruição do seu habitat natural, as Onças Pardas vêem-se obrigadas a invadir áreas rurais, e muitas vezes urbanas, em busca de presas. Ao atacar gado doméstico, ela provoca a sua própria morte. Outro factor que concorre para a sua extinção é o isolamente de grupos populacionais destes felinos, sendo um facor natural e não provocado pelo homem.

De todas as suas subespécies, uma encontra-se extinta: o puma-de-wisconsin. A Pantera-da-Flórida (Puma concolor coryi) que habita nos Everglades encontra-se em grade risco de extinção, uma vez que se calcula que só existam entre 25 a 50 indivíduos em habitat selvagem.

Gorilas copulam de frente

Os gorilas também têm relações sexuais de frente um para o outro, posição tipicamente humana. Investigadores do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva de Leipzig, na Alemanha, obtiveram a primeira fotografia de gorilas a copularem em posição frontal.

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A fêmea chama-se ‘Leah’

O momento aconteceu num parque natural no Congo.

Thomas Breuer, responsável pelo achado, considera a fotografia um marco importante no estudo destes primatas.

A fêmea, que se chama ‘Leah’, já fora observada a ter comportamentos inovadores para os gorilas. A maioria dos primatas copula com a fêmea de costas voltadas para o macho.
Fonte: Correio da Manhã

Cavalos Selvagens abatidos a tiro na Austrália!

Depois dos camelos, chegou a hora de cerca de dez mil cavalos selvagens serem abatidos a tiro nos próximos três anos, podendo este número vir a aumentar em função das necessidades de cada estado.

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A situação é mais grave nos estados do Centro e Norte do país, onde a multiplicação dos cavalos acontece a um ritmo vertiginoso de 20% ao ano, quando se estima que existam mais de trezentos mil cavalos selvagens a viver por todo o território australiano, competindo com as espécies autóctones pelos pastos e provocando graves desequilíbrios e deslocações de outros animais para dentro das cidades por falta de comida em alguns locais.

Estes cavalos foram levados para a Austrália pelos colonos que foram viver para este território, assim como os camelos, os porcos ou mesmo os coelhos, entre outros. Estes animais não existiam antes da chegada dos primeiros europeus, que os mantinham nas suas propriedades, mas com o passar do tempo foram fugindo e criando grandes grupos vivendo em estado selvagem. Desta forma provocaram graves danos em vários locais diferentes, onde cada espécie melhor se adaptou, até se tornarem pragas e necessitarem de intervenção humana para tentar controlar a situação, tendo-se umas vezes conseguido, outras nem tanto.

Em relação aos cavalos, as autoridades australianas já tentaram várias formas de controlar o número de animais, mas todas falharam e agora estão a braços com uma situação descontrolada e para a qual não vislumbram outras alternativas. Esta situação é bastante difícil de entender por parte da opinião pública australiana, que parece não estar de acordo com o método, e de algumas ONG`s de protecção de animais, particularmente de cavalos, que consideram que abater cavalos a tiro é uma verdadeira barbárie, mas que por outro lado também não apresentam solução para o problema.
Fonte: Bicharada

Elefanta grávida gera polémica!

Chegou há pouco mais de dois anos da Tailândia a um jardim Zoológico na Austrália, no caso o Taronga Zoo de Sidney, numa leva de elefantes asiáticos que para ali foi levada precisamente com o intuito de procriar.

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Elefantes Asiáticos no Taronga Zoo

A jovem fêmea, de nome Thong Dee, tem apenas nove anos e é aí que começa a confusão. Segundo uma ONG local, as fêmeas de elefante só devem começar a procriar com mais de onze anos, porque até essa altura estão imaturas. Fazendo o paralelo com a espécie humana, esta fonte defende que a situação que agora surgiu é equivalente a uma menina que ficasse grávida por volta dos doze anos, o que seria considerado uma gravidez precoce. Agora, os responsáveis do zoo vieram a público informar da decisão de deixar Thong Dee engravidar, sustentada em alguns pareceres que pediram a especialistas em elefantes asiáticos e que parecem demonstrar quão certa está a sua decisão.

Mas se é verdade que a futura mãe conta apenas nove anos, o pai só tem sete, e o seu nome é Gung. Segundo os responsáveis do zoo, os membros deste par parecem ter sido criados um para o outro, e nisso só vê benefícios.
Thong Dee está grávida de cerca de 150 dias, dos 660 que, em média, dura a gestação de um elefante asiático. Se tudo decorrer dentro da normalidade e a gravidez for até ao fim, o filho de Thong Dee e Gung vai ser o primeiro animal desta espécie a nascer em território australiano. Do grupo que foi para a Austrália fazem ainda parte a matriarca do grupo, Pompit de 15 anos, Pak Boon de 14 e Tang Mo de 10. Curiosamente, foram logo os dois mais novos os primeiros a procriar!

Estes animais estavam algo mal tratados, principalmente mal nutridos, quando chegaram ao Taronga Zoo, ao abrigo de um programa de protecção e tentativa de multiplicação de animais desta espécie. Desta forma, espera-se que no futuro se possam trocar animais entre zoos, evitando assim os desaconselháveis problemas de consanguinidade. Antes de serem enviados para a Austrália, os cinco elefantes eram usados na Tailândia como animais de trabalho, daí o seu estado de saúde.

O Taronga Zoo é ainda conhecido internacionalmente pelas excelentes condições físicas que oferece aos animais que para ali vão e que parecem gostar do local, com resultados óbvios no número de nascimentos que ali ocorre. Todos os anos são inúmeros os animais órfãos ou a necessitar de cuidados de saúde que para ali são enviados para se restabelecerem, dada a excelência das condições humanas e técnicas do pessoal que ali trabalha. O zoo recebe cerca de um milhão e duzentos mil visitantes por ano, a quem são disponibilizadas todas as informações sobre os animais.
Fonte: Bicharada

Fotografado Veado Branco

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A notícia só o é pela raridade com que estes animais são encontrados. O facto de ser branco não se deve a ser albino, mas a uma forma recessiva de genes que alteram a coloração de pêlo, o leucismo.

Os veados brancos desempenharam um importante papel nas lendas dos povos que habitaram o território que hoje é a Grã-Bretanha.

Agora que foi fotografado, por uma senhora inglesa de nome Fran Lockhart que pertence a uma associação de protecção de animais, a sua localização vai, tanto quanto possível, ser mantida secreta, para proteger o animal de caçadores de troféus.

No Outono do ano passado, um outro veado branco encontrado na Grã-Bretanha foi abatido por caçadores assim que a sua localização foi revelada.
Fonte: Bicharada

Onça Parda azarada

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Onça Parda

Presumivelmente em busca de comida, uma onça-parda acabou por cair e ficar presa num silo para armazenamento de cereais na Fazenda do Bom Sucesso, na região de Minas Gerais.


A descoberta foi feita por um dos funcionários da fazenda, que procurava algumas galinhas que tinham desaparecido quando deu de caras com a onça no fundo do silo, bastante agitada e ameaçadora.

Depois de alertar o dono da fazenda para sua descoberta, foi tempo de alertar o IBAMA, que se deslocou ao local para fazer o resgate do animal. A onça encontrava-se bastante agitada, pelo que foi necessário alimentá-la com mais uma galinha, esperar que se acalmasse e deixasse de temer a presença dos humanos, para depois então ser retirada.

A estrutura do silo tem cerca de sete metros de altura, mas aparentemente a onça não ficou ferida na queda. O animal vai ser libertado numa zona protegida e longe do silo onde ficou retida durante um período de tempo indeterminado.
Fonte: Bicharada

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Programas a ver na TV

Hospital dos Animais
- Segunda a Sexta ás 18:15 na Sic Mulher

Hospital dos Animais mostra-lhe o dia-a-dia de uma clinica veterinária: as preocupações dos donos com a saúde do seu animal de estimação, a esperteza surpreendente dos bichos e os olhares e gestos de reconhecimento que dirigem a quem os quer bem. Seja gato, periquito, cão, ovelha ou macaco...neste hospital, todos são tratados com a mesma dedicação e carinho. Hospital dos Animais, feito por quem e para quem gosta de animais.


Entre Leões
- Dia 21 de Fevereiro às 8:40 no National Geographic
- Repetições: 21-02-2008 13:40 / 21-02-2008 17:00
22-02-2008 1:10 / 23-02-2008 7:50

Durante a estação seca no norte do Zimbabué, milhares de animais reúnem-se numa nascente, rodeada de leões famintos. As temperaturas podem atingir os 45 graus e a nascente é a única fonte de água. Mas, para satisfazerem a sua sede, muitos animais são obrigados a enfrentar outra ameaça: um grupo de leões que fez deste lugar o seu coto de caça.

Salvamento De Animais
Dia 15 de Fevereiro às 21:15 no Rtp2

Nas ruas desertas de Nova Orleães existem poucos sinais de vida. O caos e os ruídos provocados pelo furacão Katrina desapareceram. Contudo, ainda permanece um som deprimente: os desesperados uivos de centenas de cães abandonados... Um documentário tocante, que nos mostra os esforços que foram feitos para salvarem animais abandonados em Nova Orleães depois da passagem do furacão Katrina.
Fonte: http://mundo_animal.blogs.sapo.pt/

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Animais nomeados para o próximo Endangered Specie da Semana! [BACK]

Esta rúbrica está de volta! Espero que gostem.. Desta vez os nomeados vão ser 6, e como antes vão os 6 a votação, depois vai ser feito um post sobre o animal que obter mais votos.
______

Os animais nomeados são:
  • Urso-Síriaco
  • Cachalote
  • Onça Parda
  • Rinoceronte Branco
  • Babirusa
  • Kakapo
Urso-Síriaco - Estado: Em Perigo
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Cachalote - Estado: Vulnerável
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Onça Parda - Estado: Quase Ameaçada
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Rinoceronte Branco - Estado: Quase Ameaçada
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Babirusa - Estado: Vulnerável
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Kakapo - Estado: Em Perigo Crítico
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Vota na votação da barra lateral!

Plano propõe tartaruga como símbolo turístico de Cabo Verde

Cabo Verde quer estabelecer as tartarugas marinhas como emblema do país para divulgação turística e tornar a preservação da espécie tema dos currículos escolares, segundo um plano nacional apresentado quarta-feira na ilha do Sal.

«O plano nacional para a conservação das tartarugas marinhas em Cabo Verde», previsto para ser apresentado em Setembro passado, entrará em vigor este ano e vai ser dado a conhecer em todas as ilhas nos próximos meses, disse hoje à Lusa a coordenadora do plano, Sónia Araújo, da direcção-geral do Ambiente.

Às ilhas de Cabo Verde chegam em cada Verão centenas de tartarugas para desovar mas é frequente que os populares as matem, para comer, e destruam também os ovos.

Cabo Verde faz parte das rotas de migração de cinco das sete espécies de tartarugas marinhas existentes no mundo.

A espécie que mais procura as praias cabo-verdianas, «Caretta caretta» ou tartaruga-comum, não está ainda na lista dos animais em perigo de extinção a curto prazo, embora a tartaruga «cagueda», essa sim em risco, também se encontre nas águas de Cabo Verde, sendo com frequência morta por pescadores.

O plano do governo prevê «assegurar a conservação durável das tartarugas marinhas», proporcionando meios para implementar actividades de conservação e promover a aplicação da lei, de acordo com o documento, a que a Agência Lusa teve acesso.

A matança de tartarugas era proibida desde 1997 entre os meses de Junho a Fevereiro e desde 2002 a proibição estendeu-se ao ano todo, embora ainda no Verão passado tenham sido mortas muitas dezenas, praticamente em todas as ilhas.

Por isso, o plano quer «incrementar uma atitude favorável para a conservação das espécies» e «reduzir as práticas ilícitas de captura, de comercialização e de consumo de tartarugas marinhas e seus derivados» (nomeadamente o consumo de pénis de tartaruga, que nalgumas zonas do arquipélago é considerado um afrodisíaco).

O governo quer conhecer melhor a tartaruga marinha e os seus hábitos e envolver a população nas acções de conservação, porque as tartarugas «estão actualmente ameaçadas de extinção devido aos fortes impactes causados principalmente pelo homem», pode ler-se no plano.

Além de proibir a matança de tartarugas Cabo Verde ratificou a Convenção sobre Diversidade Biológica em 1995 e desde 2005 faz parte da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção (CITES).

Ao nível regional Cabo Verde integra o Programa Regional de Conservação da Zona Costeira e Marinha da África Ocidental (PRCM) e a Unidade Regional de Conservação das Tartarugas Marinhas da Costa Atlântica de África (URTOMA).

Em declarações à Lusa, recentemente, Sónia Araújo tinha dito que o governo tem «uma ideia» do que se passa em todas as ilhas em termos de saídas de tartarugas com excepção das ilhas do Fogo e da Brava.

Nas ilhas do Maio, Santo Antão, S. Vicente, Sal e Boa Vista há sensibilização para a causa das tartarugas, disse. Em Santiago apenas nalgumas praias, como constatou a Lusa durante a última época de saída de tartarugas.

Em Cabo Verde, no Verão, uma tartaruga é vendida, em média, por 40 euros e é morta geralmente em clima de festa, sendo aberta e estripada com vida.

De acordo com a página da Internet www.seaturtle.org Cabo Verde acolhe a terceira maior população mundial de tartarugas-comuns e a segunda maior do Oceano Atlântico.

O plano hoje apresentado tem a duração de cinco anos, com revisão ao fim de três.
Fonte: Diário Digital

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

EUA podem classificar ursos polares como espécie em risco esta semana

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O urso polar pode tornar-se um símbolo para o movimento de conservação da vida selvagem

O urso polar pode tornar-se esta semana a primeira espécie a ser considerada em risco de extinção nos Estados Unidos devido ao aquecimento global. Ecologistas e conservacionistas podem ter finalmente um símbolo para clamar pela necessidade de lutar contra as alterações climáticas, dizem partidários e opositores da medida.

Dois terços da população de ursos polares podem estar em risco devido ao derretimento dos gelos do Árctico. E os ursos polares são um ícone poderoso nos Estados Unidos: foram adoptados pela Coca-Cola na sua publicidade e quase todas as crianças já tiveram um urso fofinho ao qual dormem abraçadas, muitas vezes branco com os ursos do Árctico.

Esta decisão está em apreciação há mais de um ano, e espera-se que o Departamento do Interior a divulgue esta semana. As imagens de ursos polares magrinhos, por não terem gelo suficiente para apanharem as focas, quando estas estão fora de água, podem ajudar a classificá-los como animais em risco.

O urso polar pode tornar-se um símbolo para o movimento de conservação da vida selvagem tão poderoso como a águia-careca foi na década de 70, sublinha o Los Angeles Times. Mas a indústria do petróleo e do gás, e outros sectores, prometem avançar com processos para travar a classificação dos ursos polares como animais em risco, se essa de facto for a decisão do Departamento do Interior.
Fonte: Público

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Babuínos que cuidam das filhas têm mais netos

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Babuíno - Espécie de Mandril

Os estudos sobre primatas não param de fazer revelações surpreendentes. Desta vez, a novidade é sobre babuínos e vem publicada na Proceedings of the National Academy of Sciences de ontem. A descoberta, feita por investigadores das universidade de Princeton e Duke, nos Estados Unidos, revela que os babuínos machos com comportamentos parentais mais "atentos" em relação às filhas juvenis têm, em geral, mais netos.

As populações de babuínos estudadas estão estabelecidas no sopé do Quilimanjaro, em África, e apresentam padrões sociais que permitem a coexistência de vários machos, e em que tanto machos como fêmeas são polígamos.

"O dogma científico em relação a este tipo de sociedades tem sido que os machos não contribuem para o desenvolvimento da sua descendência", explicou Susan Alberts, bióloga e líder da equipa que fez o trabalho.

As observações dos investigadores no terreno mostraram que certos machos passam mais tempo com as filhas fêmeas e que isso tem por efeito antecipar a sua idade fértil. "As fêmeas que começam mais cedo têm uma vida reprodutiva mais longa e isso aumenta a probabilidade de mais filhos", concluiu a bióloga.
Fonte: DN Online

Procura do "Pé Grande" revela muitas novas espécies

Depois de anos de «avistamentos» e desmentidos sobre a sua existência, nos últimos meses foi lançada uma verdadeira caça a este mítico animal, mas que continuam a não encontrar qualquer evidência da sua existência presente ou passada.
Até agora, não foram encontradas quaisquer pistas para além do testemunho oral de muitos dos habitantes das densas florestas da região, onde é conhecido por Hantu Jarang Gigi.

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Hantu Jarang Gigi

Mas se em relação ao animal lendário não há novidades, já em relação a outros animais desconhecidos para a ciência, muitas foram as espécies encontradas e têm sido reunidas importantes informações de animais que até agora não estavam descritos. Muitos são répteis, mas também já foram encontrados novos mamíferos e aves, que já foram apresentados, e sabe-se que já existem mais alguns animais a ser estudados para serem apresentados à comunidade científica e ao público em geral.

Normalmente, estas descobertas demoram alguns meses a ser comunicadas, já que os investigadores envolvidos necessitam de tempo para fazer a colecta de todas as informações para terem a garantia de que de facto estão a apresentar novos animais, com todas as suas características e particularidades.
Em relação aos animais apresentados nos últimos tempos e que foram descobertos na procura do «Pé Grande», está uma espécie nova de raposa da floresta, um novo roedor de grandes dimensões, e sabe-se também que os investigadores procuram agora um animal parecido com o orangotango, mas bastante mais pequeno, que é muitas vezes referido pelos habitantes e caçadores locais como «orango pendek».
Fonte: Bicharada

Anole Azul à beira da Extinção

No parque natural da Ilha Górgona vive o anole azul, Anolis gorgonae, que é, pelo menos do que se conhece, o único lagarto verdadeiramente todo azul.

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Anole Azul

Este réptil, que para muitos é um verdadeiro acidente da natureza, é endémico desta ilha colombiana e pode estar a desaparecer. Os motivos deste acontecimento não são totalmente conhecidos, mas foram já enviados investigadores para o terreno para tentar perceber o que se está a passar e tentar inverter a situação.

Nesta ilha funcionou, durante mais de trinta anos, uma prisão de segurança máxima que foi encerrada em meados dos anos oitenta. Nessa altura, o desmatamento e a captura de animais fizeram-se sem qualquer regra, factores esses que deverão ter criado desequilíbrios no ecossistema que nunca foram ultrapassados, o que constitui um dos motivos apontados para o desaparecimento progressivo da espécie.

Estes animais são muito esquivos, o que torna ainda o trabalho mais complicado para os investigadores. Normalmente, vivem no topo das árvores e só as fêmeas é que se deslocam até ao chão para pôr ovos, pelo que não foi possível até agora fazer um recenseamento fiável desta população de anole azul.

Outro dos problemas que parece estar a afectar estes animais é o comportamento dos turistas que todos os dias desembarcam nas ilhas, transportando consigo espécies invasoras e provocando ainda maiores desequilíbrios neste frágil ecossistema.
Aparentemente, outras espécies estão a conseguir adaptar-se melhor a estes acontecimentos e o seu desenvolvimento é próspero em termos numéricos, o que não acontece com os lagartos azuis.
Fonte: Bicharada

Novas espécies descobertas na Austrália

Um grupo de investigadores australianos, pertencentes ao Museu do Território do Norte, descobriu, na zona do seu campo de acção, treze novas espécies de répteis e outros dez, que sendo já conhecidos nas ilhas da região, não estavam descritos como existindo na Austrália.

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Dragão Australiano

Neste caso, todos os animais descobertos são lagartos, e alguns só se podem encontrar, pelo menos que se saiba, em áreas muito reduzidas, como no caso de um dos lagartos agora descobertos, cuja existência parece estar limitada ao Monte Borradaile, em Arnhem Land.

O território australiano sempre foi muito fértil no aparecimento de novas espécies, principalmente de répteis, já que o tipo de ecossistema é muito favorável a estes animais. Neste caso, a surpresa maior prende-se com o facto de estes animais terem sobrevivido à invasão de sapos-cururu, que literalmente varreu todo o território do Norte Australiano. A explicação para este facto parece ser a forma comunitária como muitos destes animais vivem, alguns nos troncos das árvores, outros debaixo de muros ou afloramentos rochosos naturais, onde os sapos não conseguem chegar.
Fonte: Bicharada

Tigres à solta !

Um incidente insólito teve lugar na passada semana nos arredores da Azambuja, onde dois tigres fugiram da jaula e durante algum tempo passearam tranquilamente na rua, sem criar qualquer tipo de problema para além do aparato necessário para os recapturar.

Tudo começou com a avaria da viatura que transportava os tigres, pertença do Circo Chen, e que teve de ficar imobilizada durante a noite à beira da estrada que liga a Azambuja ao Cartaxo, onde estavam seis tigres. Sem água para dar aos felinos, o funcionário do circo que ficou de guarda decidiu ausentar-se para ir procurar o precioso líquido mas, quando voltou, as jaulas tinham sido abertas e dois dos tigres encontravam-se já no exterior da jaula.
Aparentemente, quem abriu a jaula aos tigres sabia o que fazia já que, segundo os relatos, as portas estavam presas com cordas, e não é um qualquer individuo que se aproxima das jaulas com tanta ligeireza e que faz este trabalho de profissional.

Entretanto, foram enviadas para o local diversas entidades que durante algumas horas tentaram e conseguiram capturar um dos tigres, mas o outro, uma fêmea, saltou uma vedação e foi proteger-se junto a um local em que era impossível proceder em segurança à sua captura.
Assim, e para não terem que a abater, foram solicitados ao Jardim Zoológico de Lisboa tranquilizantes para sedar o animal e proceder à sua retirada do local onde se encontrava.

Para além do aparato e do insólito do acontecimento nada mais aconteceu, talvez porque as autoridades envolvidas na captura lidaram com a situação com a tranquilidade que era necessário, evitando a morte dos animais ou acidentes com as pessoas envolvidas.
Nesta operação estiveram envolvidas várias entidades, entre as quais a SEPNA da GNR, militares da GNR dos postos da região, a Protecção Civil, o ICN, bombeiros, funcionários camarários, entre muitos outros.

Para que não volte a acontecer, e também para encontrar os responsáveis por este incidente, foi aberto um inquérito que irá apurar todas as responsabilidades e eventuais crimes que possam ter sido aqui cometidos por desconhecidos.
Fonte: Bicharada

Pescadores comem Rabijunco e destroem ninhos e ovos na Boa Vista

Várias pessoas na Boa Vista, sobretudo pescadores, andam a comer e a destruir ninhos e ovos de Rabijunco - uma ave marinha endémica, em vias de extinção desde os anos 90. Na zona da “Rotchona”, Ponta de Sol e Ponta do Roque, locais onde geralmente vive essa espécie, pode-se encontrar muitas penas e bicos de aves, cascas de ovos e ninhos vandalizados. O crime foi denunciado por gente preocupada com o meio ambiente e a preservação das espécies.
Foi há duas semanas que, no seu habitual passeio, um grupo de pessoas se deparou na Rotchona com dezenas de bicos, penas e cascas de ovos de Rabijunco espalhados pela zona, vários ninhos também tinham destruídos. Uma “crueldade”, segundo aqueles cidadãos, praticada sobretudo por pescadores que procuram esses lugares para descansar depois de um dia de trabalho. Também existem Rabijuncos nas zonas de Ponta de Sol e Ponta do Roque, onde convivem com outras espécies protegidas, como o Rabil, Cagarra e várias outras aves marinhas.

Conforme o grupo conta, havia sinais de que se anda a fazer “churrasquinhos de Rabijunco”. “Encontrámos cinzas e restos de carvão, bicos, penas e até cascas de ovos espalhados por toda a zona. Também havia ninhos totalmente vandalizados”, descreve uma das nossas fontes. “Ficámos ainda mais perplexos, quando nos informaram que noutras zonas também havia restos desses animais”, realça a nossa fonte que diz ainda que o grupo, preocupado, procurou as autoridades competentes para denunciar o crime.

Contactada, a Natura 2000, projecto de protecção às espécies em extinção na Boa Vista, deslocou uma equipa à zona de Rotchona para averiguar a situação. Depois de confirmar o acto criminoso, a Natura 2000 informou sobre a Delegação Marítima, que prometeu iniciar o patrulhamento nessas zonas. O Rabijunco é protegido pela Natura 2000, que monitoriza a espécie em Ponta de Sol e Ponta do Roque.

Em conversa com asemanaonline, o delegado marítimo Nadir Almeida disse que está a par da situação, mas que ainda não começaram a fiscalização nessas zonas por falta de meios materiais. Segundo Almeida, a Delegação Marítima na Boa Vista além de não dispor de nenhuma viatura, só conta com dois efectivos. “Contactámos a Delegação do Ministério da Agricultura e Ambiente, que prometeu disponibilizar uma viatura para esse efeito. Portanto devemos iniciar as operações ainda esta semana”, garante.

Este jornal também procurou a Câmara para saber como anda o plano ambiental do município. Conforme o vereador do Ambiente, Osvaldo Pires, a autarquia realizou há dois anos uma campanha de sensibilização contra a caça de aves em extinção. “Pensamos retomar essa campanha”, avança Pires. O vereador relembrou que o consumo de Rabijunco como alimento é uma prática muito antiga, mas que passou a ser um crime desde que foi proibida por única Lei. Portanto, “é preciso ter a consciência de que é uma ave em vias de extinção e que precisa ser protegida por todos nós”.

A Boa Vista já foi uma ilha muito rica em termos de ecossistema. Onde mar e o céu combinavam para acolher várias espécies, que estão hoje em vias de extinção. Além das conhecidas tartarugas vermelhas, que procuram a costa da ilha para a desova, muitas aves marinhas endémicas atraem pela sua beleza rara. E o espectáculo que esses dons da natureza proporcionam devem tornar-se numa das mais fortes ofertas turísticas desta ilha. É que, como já disse alguém, não só de praia e sol se faz o turismo. Portanto, o Rabil, o Rabijunco, a Cagarra, entre várias outras espécies precisam ser protegidas e preservadas. Vale a pena lembrar que esta tarefa compete a cada um de nós!
Fonte: A Semana Online

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

Soldado mata tigre em risco de extinção por engano na Indonésia

Um soldado indonésio matou aparentemente por engano um tigre de Sumatra, espécie em risco de extinção, informa hoje a imprensa local.

O incidente ocorreu no domingo passado na província de Riau, onde os moradores pediram ao militar que lhes ajudasse a libertar o felino, que tinha ficado preso em uma armadilha de caçadores.No entanto, em um aparente mal-entendido, o soldado decidiu atirar no tigre, mandou os aldeães tirarem a pele do animal, e distribuiu sua carne entre os moradores antes de partir, disseram as testemunhas.Um grupo ecologista local anunciou que denunciará o caso às Forças Armadas da Indonésia e pedirá a suspensão do soldado.O tigre de Sumatra se encontra na lista vermelha de animais em grave risco de extinção da União Internacional para a Conservação da Natureza, e restam apenas cerca de 400 no país.
Fonte: Último Segundo (Brasil)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Tigres à solta na Azambuja

O dono do circo Chen afirma que os dois tigres que andaram esta quarta-feira à solta na Azambuja fugiram porque a jaula onde eram transportados foi aberta por alguém que sabia o que estava a fazer e que "sabia que os animais estavam lá dentro".

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De acordo com explicação avançada por Miguel Chen, o camião que transportava os animais avariou terça-feira à noite e teve de ser rebocado a fim de ser reparado, sendo que a jaula com os dois tigres teve de ficar no local.

“A pessoa que ficou a guardar os animais foi de madrugada ao Cartaxo buscar água para lhes dar e quando regressou deparou com as portas abertas, atadas com uma corda, e os dois tigres desaparecidos", revelou o dono do Circo Chen.

Segundo Miguel Chen, as portas da jaula estavam todas abertas e uma estava presa com uma corda. “Quem fez isso é alguém que sabe, até porque não é qualquer pessoa que vai mexer em animais destes", acusou o dono do circo.

Um dos animais, um macho, foi capturado cerca das 08h00 pelos funcionários do circo, que conseguiram, pouco depois, detectar e cercar o segundo felino, uma fêmea, que se refugiou num local inacessível. Foi preciso solicitar o apoio do Instituto de Conservação da Natureza para a sedar, a fim de facilitar a sua captura, ao final da manhã.

Para afastar os curiosos, a GNR montou um perímetro de segurança de cerca de 300 metros em torno do local, junto à Estrada Nacional 3, que liga o Cartaxo à Azambuja.
Fonte: CM

Linces de volta em 2009

Depois de quinze longos anos sem se avistar um único lince no território português, embora se tenha registado a presença de um animal no país através de análises de DNA em fezes, Portugal vai receber a partir de 2009, um grupo de animais adultos, vindos dos centros de reprodução espanhóis de Doñana e Jáens. Existe a esperança de que também em território nacional se reproduzam com sucesso, como tem acontecido no país vizinho.

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Para que os primeiros animais comecem a chegar, vão ter de estar concluídas as obras que neste momento decorrem no Algarve, mais particularmente na zona de Silves.
As obras devem estar prontas no início de 2009, e a partir daí o espaço que vai acolher os linces vai ter capacidade para dezasseis animais adultos.

Para se fazer a reintrodução de linces no estado selvagem, vai ser ainda preciso esperar mais alguns anos, já que mais que começar a ter sucesso na reprodução e crias nascidas no novo centro, vai ser preciso dotar a Serra da Malcata de boas e saudáveis populações de coelhos bravos, pelo que antes de 2015 não deverá ser possível voltar a vislumbrar um lince verdadeiramente em liberdade. Também vai ser preciso fazer um importante trabalho de informação com as populações que vivem perto das zonas onde se espera vir a libertar os primeiros animais para que, ao invés de serem um problema, essas populações façam parte da solução e se sintam envolvidas neste importante projecto Ibérico de protecção dos linces.

Entretanto, em Espanha, estão já em fase de construção dois novos centros de reprodução, utilizando-se os conhecimentos e experiências adquiridas nos centros em funcionamento, que são importantes mais valias na construção dos novos equipamentos.

Do Estado Português esperam-se investimentos e disponibilização de todos os meios necessários para que o centro em território nacional tenha o maior sucesso, já que em termos humanos não haverá certamente menos empenho e competência do que nos centros espanhóis.
Fonte: Bicharada

Tartarugas libertadas

Foram libertadas na Ilha Isabela cerca de 130 tartarugas das espécies Geochelone vicina e Geochelone guntheri, que correm perigo de extinção no seu habitat natural.

Para que estes animais possam reproduzir-se com sucesso e ter uma longa vida como as suas antepassadas, foi necessário proceder à eliminação de espécies invasoras, vegetais, mais de cem, e animais, que se pensa possam ter sido uma das causas da quase extinção destas espécies. Só em Isabela existiam mais de 100.000 cabras selvagens que tiveram de ser abatidas, o mesmo aconteceu na Ilha de Española, onde também foi necessário abater todas as cabras para que as últimas tartarugas sobrevivessem.
Estes trabalhos decorreram ao longo de muitos anos e vai ser necessário um também longo período de vigilância, para que não voltem a germinar algumas destas plantas, para já, na Ilha Isabela.
Paralelamente vai ser necessário reduzir a pressão que o turismo está a criar sobre as ilhas, bem como o aumento da população e continuar a combater um vírus que se espalhou pelos animais e que foi causa de muitas mortes.

As tartarugas agora libertadas já têm entre cinco e oito anos e foram criadas no Centro de Criação Arnaldo Tupiza, onde viveram até ao momento e foram, dentro do possível, preparadas para sobreviver em liberdade sem intervenção humana.

Desde 2005 já foram libertadas quase três centenas e meia de tartarugas criadas em cativeiro, o que não sendo para já suficiente para garantir a reprodução natural dos animais e a sobrevivência da espécie, permite que no futuro, e somados mais alguns animais que entretanto estão a ser criados, criar bases para que não seja necessário continuar a criar estes animais em cativeiro.
Fonte: Bicharada

Leoa salva de poço

Uma jovem fêmea de leão-asiático Panthera Leo pérsica caiu acidentalmente a um poço em Madhavpura, vila do estado indiano do Gujarat.

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Leoa

Os leões-asiaticos estiveram praticamente extintos na Índia, onde se pensa que o seu número chegou a ser inferior a 20 animais, em virtude da caça a que durante centenas de anos foram sujeitos. Estes animais já só se encontravam numa região do país onde hoje é o Parque Nacional da Floresta de Gir, criado no início do século XX para evitar o desaparecimento definitivo destes animais.
Hoje, já são mais de três centenas e, como é natural, começam a procurar os seus territórios fora do parque e da protecção que o espaço lhes proporciona.

Aparentemente, foi a jovem leoa que se distraiu e caiu dentro do poço agrícola. Como as populações locais acompanham os esforços das autoridades para proteger os animais, logo que se tomou conhecimento do incidente, uma equipa de guardas do parque foi chamada, dirigindo-se ao local onde, com a ajuda de populares, conseguiu salvar o infeliz animal, uma operação delicada e que durou mais de duas horas.

A leoa voltou agora para o parque numa jaula, de onde se espera não volte a sair para ser outra vez vítima de um poço descoberto.

Azar a dobrar!!

O Rio Mary é um local conhecido pelos australianos pelos seus locais edílicos para a pesca. Neste curso de água podem ser encontrados alguns répteis característicos do Norte da Austrália, embora muitos outros tenham já desaparecido como resultado da invasão de sapos, que nos últimos anos têm destruído muita da fauna autóctone. É também um bom local para encontrar os gigantescos crocodilos de água salgada e, por esse motivo, nas margens do rio existem algumas quintas que se dedicam a criar estes grandes répteis, alguns para depois serem exibidos aos turistas, e outros para mais tarde serem libertados no seu habitat natural, já que neste momento a caça e comércio destes animais é proibida por leis nacionais.

Jason Grant é já um veterano e experiente tratador destes animais e está bastante treinado em colectar ovos dos ninhos dos crocodilos para eclodirem em cativeiro, garantindo assim uma maior taxa de sobrevivência de animais desta espécie, já que em liberdade a quantidade de animais que sobrevivem até à idade adulta varia entre os 1 e 3% apenas.

Desta vez e sem que se perceba o que correu mal, ou mesmo se Grant se distraiu, a verdade é que numa dessas operações de remoção de ovos, foi apanhado pelo braço por uma grande fêmea e puxado para dentro de água. Como é natural nos ataques destes répteis depois de apanharem a presa puxam-na para dentro de água e dão voltas sobre si próprios para tentar afogar a presa, a chamada volta da morte, que desta vez era Grant. Como este trabalho é feito aos pares, assim que Grant foi apanhado o colega que acompanhava esta difícil e perigosa operação tentou dar alguns tiros no animal para salvar a vitima, só que, como a pontaria não é certamente muita e a situação era dramática, um dos tiros com arma de grande calibre, acertou no braço já ferido de Grant e só um tiro posterior acertou de facto no crocodilo que ferido de morte, largou o membro dilacerado da vítima.

O senhor Grant foi entretanto socorrido no local e transferido para um hospital em Darwin onde recupera do susto e dos graves ferimentos que sofreu no seu braço, pelo ataque do réptil e pelo tiro do colega!
Fonte: Bicharada

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Descoberto Fóssil de roedor gigante

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Capivara

O fóssil de um roedor gigante, parecido com uma capivara, mas várias vezes maior, foi descoberto no Uruguai, na região do Rio da Prata, por um paleontologista amador.

O achado já conta com mais de três anos, mas só agora uma equipa científica se dedicou a estudar o achado e ficaram perplexos com a dimensão que o animal poderá ter tido. As primeiras impressões indicam que o animal, que foi baptizado de Josephoartigasia monesi, poderia ter o tamanho de um hipopótamo e pesar cerca de mil quilos.
Só a cabeça deste animal tinha mais de 50 centímetros de comprimento

O achado, que esteve durante todo este tempo à espera de poder ser observado no Museu de História Natural e Antropologia da cidade de Montevideu, merece agora honras de destaque um pouco por todo o mundo e foi mesmo tema central da revista Proceedings of the Royal Society, Biological Sciences.
Fonte: Bicharada

Tratamento à base de ervas para chimpazé fumadora

É infelizmente comum este tipo de situações em vários países. Em África, muitos chimpanzés que se encontram aprisionados tornam-se facilmente viciados em tabaco e álcool, apenas porque quem os tem presos acha piada. Outros, por causa das guerras que vão assolando grande parte dos países da zona central de África, apresentam sintomas de stress pós traumático, exactamente como os humanos, com um sofrimento horrível.

Noutros países, onde a dignidade dos animais é ainda pouco respeitada e o seu sofrimento não é tido em conta por parte de algumas pessoas, também acontecem casos desses, e foi o que sucedeu no Zoológico chinês de Zhengzhou.

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Chimpanzé comum

Uma fêmea chimpanzé de nome Philly começou a imitar os visitantes do zoo que fumavam e que para junto da sua jaula atiravam as pontas acesas. Com o passar do tempo a própria chimpanzé começou a esticar a mão a pedir cigarros e, como lhe eram dados, o seu vício tornou-se incontrolável o que levou a uma intervenção decidida da administração do zoo, com a proibição de fumar na zona onde Philly habita. Só que a falta do tabaco transtornou a chimpanzé, que gritava e atirava tudo o que era possível aos visitantes, desde objectos, alimentos e mesmo fezes.

Agora, Philly começa a mostrar sinais de recuperação do seu estado emocional, depois de começar a ser tratada com plantas seleccionadas para ajudar a chimpanzé a libertar-se do seu vício.
Fonte: Bicharada

Brasileira descobre nova espécie de lobo-marinho no litoral do Peru

Animal tem diferenças morfológicas e genéticas em relação a seus primos do Atlântico. Mamífero quase foi extinto por El Niño severo; sua origem ainda é um mistério.

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Machos como este disputam as fêmeas de forma 'civilizada', exibindo-se como pavões

Detalhes na conformação do crânio e no DNA acabam de revelar uma nova espécie de mamífero marinho na América do Sul. Trata-se do lobo-marinho peruano, um bicho cujos primos são velhos conhecidos nas praias do extremo sul do Brasil. O animal andou sendo empurrado para as raias da extinção por causa do fenômeno El Niño, mas a descoberta de que ele é uma espécie distinta pode ajudar a priorizar sua proteção.

Segundo a bióloga Larissa Oliveira, o batismo científico do novo lobo-marinho pode acontecer em meados deste ano. “Ainda precisamos acertar alguns detalhes da publicação”, diz Oliveira, que prefere manter o mistério sobre o nome oficial da espécie. A única certeza é que seu “primeiro nome”, o do gênero, será Arctocephalus, assim como o de seus parentes próximos já descritos pela ciência.

Pesquisadora do Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos do Rio Grande do Sul (Gemars) e pós-doutoranda da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS), Oliveira é a principal “madrinha” desse batismo. Ela visitou a população de lobos-marinhos do Peru em 1996, justamente o ano em que aconteceu um dos piores El Niños já registrados.

Hecatombe

Sorte da bióloga, azar dos lobos-marinhos: “Morreram muitos filhotes”, lamenta ela. O que acontece é que o El Niño gera um aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico. Com isso, as águas frias, ricas em peixe, desaparecem da costa peruana, levando os mamíferos à morte por inanição. Os mais vulneráveis são justamente os bebês, que dependem da mãe para alimentá-los. O resultado da bagunça climática foi a queda da população dos bichos de quase 25 mil para pouco mais de 8.000.

No entanto, a mortandade ajudou Oliveira a recolher informações sobre a morfologia e a genética dos animais. Esses dados foram comparados com as demais populações de lobos-marinhos da América do Sul – além do Rio Grande do Sul, onde não costumam se reproduzir, os bichos também aparecem no Uruguai, na Argentina e no sul do Chile. Os principais detalhes analisados, durante o doutorado de Oliveira no Laboratório de Biologia Evolutiva e Conservação de Vertebrados da USP, foram o tamanho e o formato do crânio, bem como regiões do DNA que costumam ser úteis para estudar a divergência (separação) entre dois conjuntos aparentados de animais.

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Trio de lobos-marinhos peruanos faz charme à beira-mar

Os resultados não podiam ser mais claros: os bichos do Peru parecem ser primos de segundo ou terceiro grau quando comparados ao parentesco muito mais próximo entre os lobos-marinhos dos demais lugares. Os machos da espécie peruana têm cabeça bem maior, e de formato diferente, e a divergência presente no DNA é maior do que a que existe entre duas espécies já descritas do mesmo gênero, o Arctocephalus.

Pavão dos mares

Além desses detalhes mais palpáveis, há outras razões para distinguir uma espécie da outra. Uma delas é o maior tamanho das fêmeas peruanas, cuja diferença em relação aos machos não é tão gritante quanto a dos bichos do Atlântico. Esses últimos, aliás, acasalam-se num sistema de harém capaz de deixar qualquer príncipe árabe feliz: após lutar ferozmente, o vencedor pode arrebanhar até umas 15 fêmeas. Já os lobos-marinhos do Peru são menos adeptos do combate.

“Eles se comportam mais como pavões”, compara a bióloga. Cada macho se exibe pacificamente, até que as fêmeas façam sua escolha de parceiro. A pesquisadora calcula que as espécies tenham se separado há cerca de 500 mil anos – para se ter uma idéia, calcula-se que a idade da nossa espécie não ultrapasse os 200 mil anos.

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A bióloga Larissa Oliveira com um bebê da espécie peruana

Aliás, essa separação ainda tem ares de mistério. Quem olha para o mapa da distribuição geográfica dos bichos enxerga um buraco imenso – cerca de 2.000 km de costa – entre a última presença de lobos-marinhos no sul do Chile e a população do Peru (que também está no extremo norte do Chile). É quase como se os lobos-marinhos tivessem sido carregados até lá de helicóptero e ficado isolados, até se separar geneticamente de seus primos sulinos.

“Ainda não sabemos o porquê disso”, conta Oliveira. “O curioso, porém, é que essa separação das populações do Peru também aparece em outras populações de mamíferos, como leões-marinhos e golfinhos.” Não é impossível que também existam espécies novas desses dois bichos ali. A bióloga pretende investigar esses outros mistérios -- isso, é claro, se conseguir emprego após o fim do pós-doutorado, dificuldade comum entre os jovens cientistas brasileiros.
Fonte: G1 (Brasil)

Estado de Conservação dos Animais:

Estado de Conservação dos Animais
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