Os animais que escolhi para a próxima rúbrica foram:
- Leopardo-das-Neves
- Morsa
- Peixe-Boi
- Coruja-das-Torres
- Panda-Vermelho
- Rinoceronte-Indiano
Os animais que escolhi para a próxima rúbrica foram:
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Marcadores: Coruja-das-Torres, Endangered Specie da Semana, Leopardo-das-Neves, Morsa, Panda Vermelho, Peixe-Boi, Rinoceronte-Indiano
Este tipo de lebre, gera de 2 a 5 filhotes por ano. O tempo de gestação é aproximadamente 50 dias, sendo as crias nascidas em finais de Maio, Junho e/ou Julho, tudo depende do local de onde vivem.
A progenitora não deixa os seus coelhinhos nos primeiros 3 dias, e durante esses 3 primeiros dias eles são escondidos num ninho atrás de pedras e rochas. Os jovens ganham 45 a 50 gramas por dia no seu primeiro mês de vida, e já não necessitam de leite materno após meio ano de idade. Pela altura do mês de Setembro eles já são adultos.
Enimigos e Predadores
Alguns dos seus predadores são aves de rapina, lobos, raposas e ursos polares, mas é mais adorada por raposas e lobos.
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O blog http://4amigos4ever.blogs.sapo.pt/ passou-nos um desafio de responder a um questionário de 20 perguntas. Então aqui vai:
1.VIDA: São 2 dias, por isso faz directa..
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Os animais nomeados para a próxima rúbrica "Endangered Specie da Semana" é:
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Marcadores: Capivara
É infelizmente comum este tipo de situações em vários países. Em África, muitos chimpanzés que se encontram aprisionados tornam-se facilmente viciados em tabaco e álcool, apenas porque quem os tem presos acha piada. Outros, por causa das guerras que vão assolando grande parte dos países da zona central de África, apresentam sintomas de stress pós traumático, exactamente como os humanos, com um sofrimento horrível.
Noutros países, onde a dignidade dos animais é ainda pouco respeitada e o seu sofrimento não é tido em conta por parte de algumas pessoas, também acontecem casos desses, e foi o que sucedeu no Zoológico chinês de Zhengzhou.
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Emanuel
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Detalhes na conformação do crânio e no DNA acabam de revelar uma nova espécie de mamífero marinho na América do Sul. Trata-se do lobo-marinho peruano, um bicho cujos primos são velhos conhecidos nas praias do extremo sul do Brasil. O animal andou sendo empurrado para as raias da extinção por causa do fenômeno El Niño, mas a descoberta de que ele é uma espécie distinta pode ajudar a priorizar sua proteção.
Segundo a bióloga Larissa Oliveira, o batismo científico do novo lobo-marinho pode acontecer em meados deste ano. “Ainda precisamos acertar alguns detalhes da publicação”, diz Oliveira, que prefere manter o mistério sobre o nome oficial da espécie. A única certeza é que seu “primeiro nome”, o do gênero, será Arctocephalus, assim como o de seus parentes próximos já descritos pela ciência.
Pesquisadora do Grupo de Estudos de Mamíferos Aquáticos do Rio Grande do Sul (Gemars) e pós-doutoranda da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RS), Oliveira é a principal “madrinha” desse batismo. Ela visitou a população de lobos-marinhos do Peru em 1996, justamente o ano em que aconteceu um dos piores El Niños já registrados.
Hecatombe
Sorte da bióloga, azar dos lobos-marinhos: “Morreram muitos filhotes”, lamenta ela. O que acontece é que o El Niño gera um aquecimento anormal das águas do oceano Pacífico. Com isso, as águas frias, ricas em peixe, desaparecem da costa peruana, levando os mamíferos à morte por inanição. Os mais vulneráveis são justamente os bebês, que dependem da mãe para alimentá-los. O resultado da bagunça climática foi a queda da população dos bichos de quase 25 mil para pouco mais de 8.000.
Os resultados não podiam ser mais claros: os bichos do Peru parecem ser primos de segundo ou terceiro grau quando comparados ao parentesco muito mais próximo entre os lobos-marinhos dos demais lugares. Os machos da espécie peruana têm cabeça bem maior, e de formato diferente, e a divergência presente no DNA é maior do que a que existe entre duas espécies já descritas do mesmo gênero, o Arctocephalus.
Além desses detalhes mais palpáveis, há outras razões para distinguir uma espécie da outra. Uma delas é o maior tamanho das fêmeas peruanas, cuja diferença em relação aos machos não é tão gritante quanto a dos bichos do Atlântico. Esses últimos, aliás, acasalam-se num sistema de harém capaz de deixar qualquer príncipe árabe feliz: após lutar ferozmente, o vencedor pode arrebanhar até umas 15 fêmeas. Já os lobos-marinhos do Peru são menos adeptos do combate.
“Eles se comportam mais como pavões”, compara a bióloga. Cada macho se exibe pacificamente, até que as fêmeas façam sua escolha de parceiro. A pesquisadora calcula que as espécies tenham se separado há cerca de 500 mil anos – para se ter uma idéia, calcula-se que a idade da nossa espécie não ultrapasse os 200 mil anos.
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Emanuel
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Marcadores: Lobo-Marinho