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terça-feira, 29 de abril de 2008

Lagarto sem patas é descoberto no Brasil

Cientistas descobriram na região central do Brasil um lagarto sem patas, um sapo com chifres e um pica-pau-anão entre 14 espécies supostamente novas, afirmou um grupo conservacionista.

Lagarto sem patas

Uma expedição de quatro semanas pelo cerrado brasileiro, uma região ameaçada devido à expansão das áreas de cultivo agrícola, encontrou oito peixes, três répteis, um anfíbio, um mamífero e uma ave aparentemente novos para a ciência, disse o grupo Conservação Internacional.

"O lagarto, chamado de Bachia genus, lembra uma cobra por não ter patas e por apresentar um focinho pontudo, o que o ajuda a locomover-se pelo solo predominantemente arenoso da região", afirmou em um comunicado a entidade, um grupo sem fins lucrativos com sede nos EUA.

Susan Bruce, porta-voz do Conservação Internacional, disse que o lagarto tinha entre 15 e 20 centímetros de comprimento. Entre os outros lagartos sem patas de várias partes do mundo incluem-se alguns parentes de lagartixas da Austrália e as cobras-de-vidro da Europa.

O lagarto brasileiro foi achado durante a expedição pela Estação Ecológica da Serra Geral do Tocantis, uma área de cerrado protegida com 716 mil hectares de extensão.

Entre as outras supostas novas espécies encontram-se um pica-pau-anão e um sapo com chifres. O grupo ambientalista tenta proteger a biodiversidade e argumenta que a humanidade consegue viver em harmonia com a natureza.

"Áreas protegidas como a Estação Ecológica abrigam alguns dos últimos ecossistemas saudáveis de uma região cada vez mais ameaçada pelo crescimento urbano e pela agricultura mecanizada", disse o líder da expedição, Cristiano Nogueira.

A região do cerrado, parte dos altiplanos do centro do Brasil que antes cobria uma área do tamanho de metade da Europa, está cada vez mais tomada pela produção agrícola e pela criação de gado. A velocidade de expansão dessas áreas é duas vezes maior do que a verificada na Amazônia, afirmou o Conservação Internacional.

A expedição também registrou a imagem de espécies ameaçadas como o tatu-bola, o cervo-do-pantanal e a arara-azul-grande em meio a mais de 440 espécies de animais documentadas durante a empreitada, da qual participaram 26 pesquisadores.
Fonte: Terra (Brasil)

sábado, 5 de abril de 2008

Expedição encontra 14 novas espécies no Cerrado

Pesquisadores de universidades brasileiras e da ONG Conservação Internacional (CI-Brasil) afirmam ter encontrado 14 "prováveis novas espécies de vertebrados" durante expedição na Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins.

Os 26 pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), do Museu de Zoologia da USP, da Universidade Federal de São Carlos, da Universidade Federal do Tocantins e da CI-Brasil passaram 29 dias na reserva para o levantamento e mapeamento das espécies.

Ao todo, 440 espécies foram registadas: 259 aves, 61 mamíferos, 52 répteis, 40 anfíbios e 30 peixes.

Uma das 40 espécies de espécie de anfíbios registradas
Levantamento foi feito para aumentar conhecimento de biólogos sobre as espécies da região
Reserva estudada é a segunda maior unidade de conservação do Cerrado
Algumas das espécies de anfíbios registadas

Segundo o coordenador da expedição, o biólogo Cristiano Nogueira, do Programa Cerrado-Pantanal da CI-Brasil, entre as 14 prováveis novas espécies da região estão oito peixes, três répteis, um anfíbio, um mamífero e uma ave.

"Foram obtidos dados inéditos sobre a riqueza, a abundância e a distribuição da fauna de uma das mais extensas, complexas e desconhecidas regiões do Cerrado", afirmou o biólogo.

"Os novos dados geram uma visão melhor da riqueza de espécies da maior estação ecológica do cerrado, cuja fauna ainda era pouco estudada", acrescentou Nogueira.


Espécies ameaçadas

A expedição encontrou uma espécie de lagarto conhecida de poucas regiões do Cerrado na porção mais ameaçada da reserva, no planalto da Serra Geral, na Bahia.

A Estação Ecológica Serra Geral do Tocantins foi criada em 2001. A reserva é a segunda maior unidade de conservação do Cerrado, com 716 mil hectares.

Além das 14 novas espécies, a expedição também obteve vários registos de espécies ameaçadas, como a arara azul grande, a suçuapara, o tatu-bola, o pato-mergulhão, entre outros.

"Esse tipo de levantamento é imprescindível para aumentar nosso conhecimento básico sobre a biologia das espécies", disse Luís Fábio Silveira, do Departamento de Zoologia da USP.

"A partir dele, podemos obter dados sobre a anatomia, a biologia reprodutiva, o ciclo de vida e a alimentação das espécies, o que nos auxilia em futuros programas de conservação", acrescentou.

O trabalho de campo da expedição foi encerrado e agora começa a fase de análise dos dados e comparação do material obtido.

Os resultados finais do estudo serão divulgados em publicações científicas, em congressos e em relatórios técnicos. Os dados serão usados para a elaboração do plano de manejo da estação ecológica.
Fonte: G1 (Brasil)

segunda-feira, 31 de março de 2008

Lagarto nasce com duas cabeças nos EUA!

Lagarto(s)

Um casal americano que comercializa répteis descobriu um lagarto de duas cabeças entre uma cria recente de dragões-barbudos.

Este tipo de lagarto pode chegar a mais de meio metro de comprimento e se alimenta de insetos e verduras.

Por serem dóceis e sociáveis, os dragões-barbudos são muitas vezes adquiridos como animais domésticos.

O casal não pretende vender o lagarto e está tentando descobrir qual das cabeças recebe a comida.
Fonte: G1 (Brasil)

terça-feira, 5 de fevereiro de 2008

Novas espécies descobertas na Austrália

Um grupo de investigadores australianos, pertencentes ao Museu do Território do Norte, descobriu, na zona do seu campo de acção, treze novas espécies de répteis e outros dez, que sendo já conhecidos nas ilhas da região, não estavam descritos como existindo na Austrália.

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Dragão Australiano

Neste caso, todos os animais descobertos são lagartos, e alguns só se podem encontrar, pelo menos que se saiba, em áreas muito reduzidas, como no caso de um dos lagartos agora descobertos, cuja existência parece estar limitada ao Monte Borradaile, em Arnhem Land.

O território australiano sempre foi muito fértil no aparecimento de novas espécies, principalmente de répteis, já que o tipo de ecossistema é muito favorável a estes animais. Neste caso, a surpresa maior prende-se com o facto de estes animais terem sobrevivido à invasão de sapos-cururu, que literalmente varreu todo o território do Norte Australiano. A explicação para este facto parece ser a forma comunitária como muitos destes animais vivem, alguns nos troncos das árvores, outros debaixo de muros ou afloramentos rochosos naturais, onde os sapos não conseguem chegar.
Fonte: Bicharada

Estado de Conservação dos Animais:

Estado de Conservação dos Animais
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